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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Mediadores Imobiliários Sim ou Não?


Gosto de saber em que mercados me meto e portanto antes de fazer qualquer investimento ou até mesmo de colocar qualquer imóvel para alugar, pesquiso, faço estudos de mercado, avalio, faço contas, vejo quem é o público-alvo e mais um par de botas. Faço isso porquê? porque se ficar sem o dinheirinho é o meu dinheirinho. Sempre fui assim. Gosto de saber. Mas nunca desconsiderei a ajuda dos mediadores imobiliários, apesar de sinceramente nunca ter tido muita sorte nos que me passaram pelas mãos. Vamos começar pelo início:

- Até à data nunca comprei nenhuma casa que não fosse através de imobiliárias, no entanto sei de familiares que já o fizeram e consideraram um processo fácil. Sei que provavelmente um dia farei esse caminho, mas ainda não aconteceu.
- As imobiliárias onde compramos casa, senti que nem eram bons nem maus, mas que houve momentos que não salvaguardaram os nossos direitos básicos, como por exemplo o facto de irmos recorrer a um crédito bancário e no CPCV não terem colocado a cláusula bancária (sinceramente!!!)

- Ao nível de arrendamento nunca aluguei por nenhuma imobiliária e também nunca coloquei em arrendamento através de nenhuma imobiliária. Domino o mercado nesse campo, tento manter-me atualizada, organizo-me e até à data nunca correu mal. Mas devo dizer que já tive familiares que o fizeram e arrependeram-se profundamente. Creio que é muito importante o momento da visita com o proprietário para as pessoas se conhecerem e perceberem se são compativeis. Já me aconteceu por vezes deixar de arrendar mesmo quando as pessoas cumpriam os requisitos por não me identificar com o tipo de discurso utilizado e o inverso também, ou seja, termos arrendado com um preço negociável a uma pessoa apesar de termos outras que nos davam o valor sem negociação, porque gostamos dessas pessoas. Acho importante este fator de conhecer os inquilinos antes de assumirmos qualquer compromisso.

- Agora a pessoa que nos tinha vendido a última casa, fartou-se de nos ligar desde que a compramos sempre no "forcing" para a vendermos, quando souberam que estava alugada disseram que o preço era ótimo. Disse que não era ótimo, mas que tinhamos tido a necessidade de a alugar apenas num fim-de-semana e por isso não colocamos um preço mais alto. Continuou a dizer que era um otimo preço e bláblá. Conclusão, lá acedemos a colocar a casa à venda, supostamente por 6 meses, apesar de nos terem dito que em 2 meses estaria despachada. Claro que nos primeiros dois meses nem uma visita, depois quando lhe disse que em 2 meses nem uma visita, lá arranjou duas. Logo a seguir veio o Covid e como sabemos o mundo parou. Para além de tudo isto, tinhamos acordado que a ser vendido seria vendido com as inquilinas. Mas não sei o que ela lhes disse que nesse mesmo dia me ligaram super preocupadas. Tranquilizei-as e disse-lhes que estavam sempre salvaguardadas com o contrato e quais as minhas intenções, mas a verdade é que nunca mais ficaram tranquilizadas e eu aprendi a lição. No mês passado disseram que iam sair e portanto foi começar a organizar as coisas para colocar em momentos pós-confinamento mas ainda em tempos de covid para a casa voltar a entrar em mercado de arrendamento ou a vender.

Tive duas semanas para definir o plano e tinha 5 dias em tele-trabalho para o cumprir, mas felizmente em 72h ficou tudo resolvido:
- receber as chaves das anteriores inquilinas e verificar as reparações que seriam necessárias
- agendar as visitas para compra 
- vender os móveis que estavam no apartamento uma vez que tinhamos decido alugar/vender sem mobilia
- agendar limpeza a fundo ao apartamento
- agendar visitas para arrendamento
- fechar contrato de arrendamento e entregar as chaves

Estão a imaginar a correria nas horas de almoço e a partir das 17:30h? xiça :X foram dois dias e meio muito intensos, mas valeu a pena.

A casa saiu definitivamente de venda, mas dizer-vos que com um anúncio num site apenas duas semanas que tivemos agendadas 3 visitas, cumpriram-se 2 e houve 1 proposta. O que esteve a mediadora ou promotora imobiliaria a fazer?

Felizmente apesar de ter tido centenas de contactos para arrendar, a primeira pessoa a visitar, gostou muito do apartamento e eu também gostei muito da pessoa e fechamos logo contrato.

Por isso, respondendo à pergunta do título, no meu caso não. Mas não posso deixar de dizer que para muita gente estes serviços podem ser úteis. Não querem ter trabalho, não querem pesquisar, etc etc.

terça-feira, 9 de junho de 2020

PPR mês de Maio

E pronto o PPR lá continua a ir recuperando.. aos pouquinhos e uns meses mais do que outros, mas até acho que junho até vai ter uma boa recuperação.. veremos :)
Sei que devia ter feito um reforço e provavelmente a mina entrega anual no mês de março, estaria já a ganhar nesse montante cerca de 4% mas estava tudo tão incerto que preferi ficar quieta.

Para diminuir o risco de entrada em pico, irei repartir por vários dias ou meses quando o fizer.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Um pé de meia com o trabalho extra

Durante uns tempos (cerca de 1 ano e alguns meses) tive um trabalho a prestação de serviços. Tinha um trabalho muito precário e comecei com aquele extra porque era bastante flexivel  - a prestação de serviços, e no fundo era suposto funcionar como um complemento, no entanto acabou por ser a melhor forma de ter um pé de meia. 
Decidi que ao invés de abrir atividade ia apenas passar um acto único (porque me era permitido), obviamente só pagariam quando apresentasse o recibo ou o acto único, o que foi acontecendo é que deixei acumular o ano inteiro e só quando precisei de dar entrada para aquela que viria a ser a nossa segunda casa é que mobilizei esse dinheiro.
Houve alturas em que pensei mesmo que iria precisar de passar o recibo que o dinheiro não esticava mesmo, porque para terem ideia houve meses que não tive ordenado, mas felizmente acabei sempre por resistir e foi uma boa surpresa pensar que um trabalho extra (em que obviamente me esforçei muito e que envolveu muita dedicação) resultou na entrada para uma casa :)

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Educação Financeira - Iniciativas de hoje

E muitas empresas têm promovidos webinários, conversas, diretos sobre temas financeiros, deixo dois que achei muito interessante e que são hoje:

Optimize



Activobank


quarta-feira, 13 de maio de 2020

PPR mês de Abril


Depois de um Março muito atribulado Abril foi um mês de alguma recuperação. A verdade é que teve uma rentabilidade maior do que os outros meses, mas ainda assim ainda não anulou as perdas de fevereiro e março, continuamos investidos na paciência :)

segunda-feira, 11 de maio de 2020

As experiências trilham o nosso caminho

Desde que vim para a faculdade que vivo "sozinha", primeiro estive num quarto mas as coisas não resultaram e acabei por me mudar para um T2 em que alugava o outro quarto. Os meus pais pagavam a casa na totalidade e eu basicamente ficava com o que recebia do quarto para fazer face às despesas do mês. Eram 200€ que tinha que utilizar para pagar a minha parte das despesas da casa (e nisso era mão de ferro com os gastos), a comida, livros e materiais para a faculdade, as minhas coisas e as viagens (a casa). 
A universidade também era paga pelos meus pais. 

Tinha ainda o rendimento extra das vendas de coisas em segunda-mão que muitas vezes ajudaram.

Estavamos em plena época de crise e sei que para os meus pais foi um esforço enorme! Eu não pedia nada fora disso e juntava tudo o que o podia. 


Recordo-me perfeitamente a primeira vez que fui às compras, basicamente fui ao minipreço comprar o jantar, um bife já não me lembro se de porco, se de vaca e massa ( o bife ficou a 0.57€) e eu vim feliz e contente porque só tinha gasto 0.57€ no bife!

Desde sempre que fui virada para as poupanças e para o empreendedorismo mas isso não significa que aos 18 anos soubesse quanto era o preço do kg da carne.

Mas viver sozinha ainda sobre as asas dos pais foi uma escola. Se aos 18 anos não sabia, passados uns meses já sabia os preços dos surpermercados de trás para a frente, já sabia das contas para pagar e da importância de as manter baixas, sabia que podia ter cartões (da juventude etc), para poupar nas viagens a casa, sabia gerir a minha conta bancária (era mesmo só minha) e sinceramente pensei que toda a gente fazia este percurso. 
Mas não, estava já no mestrado quando percebi que tinha colegas (bem mais velhos do que eu) que não sabiam o que era o IBAN, que não tinham acesso a uma conta bancária porque os pais lhes davam dinheiro, que não faziam a mínima ideia do que era a vida real e que estavam prestes a entrar no mercado de trabalho. Senti que isso fazia falta nas escolas (bem sei que muita coisa começa em casa), mas a escola serve para universalizar, para tornar as coisas equitativas, por isso sempre fui apoiante da educação financeira nas escolas e assim que tive oportunidade desenhei um programa e coloquei-o em prática. Esses tempos são talvez os que mais me orgulho, foi mesmo pensar em algo, alimentar esse projeto, vê-lo crescer com todos os esforços necessários e apesar de saber estar a fazer o correto e isso ser por si só suficiente, estar com os miudos a trabalhar competências para a vida e perceber o quão valor eles dão em ser ouvidos e em compreender o mundo que foi o mais gratificante..

E agora visto à distância é possivel ver que tudo isto que começou bem sendo foi trilhando o meu caminho...

domingo, 3 de maio de 2020

Antecipar despesas (Atualização)

Da atualização deste post (com uma notícia boa e outra má)

- Confirmei que o Carro não tem de ir à Inspeção este ano - só no próximo Ufa.

- Esqueci-me de contabilizar que esta altura também é a altura de pagar IMI's - Pior vi que um dos erros que demoramos imenso tempo a corrigir nas Finanças continua mal! E lá vamos nós mais uma voltinha no carrocel. (Pois é ainda não vos contei esta história, mas acho que um dia destes conto porque merece ser contada).



terça-feira, 21 de abril de 2020

Estabilidade financeira quando o mundo fica de pernas para o ar



Sabem, tendo uma situação financeira estável sempre me questionei o que poderia abalar essa estabilidade e pensei em imensas coisas, mas sinceramente acho que nunca as vi como reais possibilidades de mudarem drasticamente algo na nossa vida. Quanto muito poderiam levar-nos a fazer ajustes temporários.

Acho que esta pandemia veio mudar essa percepção. Felizmente não se tornou verdade e sofremos apenas uma diminuição de rendimentos uma vez que uma das casas alugadas pediu uma redução de renda durante estes meses. Mas sem dúvida que a pandemia fez levantar muitos se's:
- E se nenhum deles conseguisse pagar a renda?
- E se não conseguimos trabalhar à distância
- E se tivesse ficado no outro trabalho? Lembram-se das trocas e baldrocas?

Relativamente ao último ponto estou segura que neste momento estaria a caminho do desemprego... então compreendi que há muitas coisas que podem influenciar a vida de um dia para o outro e que nem sempre são antecipáveis. Como foi o caso desta crise!

Assim, acho que reforçou ainda mais o meu desejo de ser financeiramente independente (ainda que nesta crise isso nem fosse aplicável), dependemos sempre de terceiros ainda que sejamos independentes de um trabalho comum. Reforçou a minha ambição de viver muito abaixo dos meus rendimentos, de ter um Fundo de emergência e de diversificar as fontes de rendimento. Esta crise, apesar de não ter ainda feito estragos em nós, trouxe a motivação para continuar o caminho.

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Antecipar as depesas


Consigo antecipar  já algumas despesas que irei ter no próximo mês/meses, são elas:

- Trocar pelo menos dois pneus (tive um furo e ando com um pneu suplente e depois há sempre aquela história que os pneus devem ser trocados aos pares)

- Levar o carro à revisão
- Pagamento do Seguro do Carro
- Confirmar se tenho de o levar à inspeção xD - acho que ainda não é este ano

- Pagar o IRS
- Levar os gatos aos veterinários

E isto poderia ser avassalador se não tivesse já a utilizar os envelopes virtuais, conforme vos referi aqui e o dinheiro que irei necessitar não estivesse já nas poupanças.

Assim, fazendo as contas:
- fiquei tranquila com o envelope dos gatos que tem bastante dinheiro para o expetável gasto do veterinário (é sinal que eles andam bem e saudáveis) 
- IRS - não era um dos envelopes que tivesse preparado e talvez considere fazer um envelope virtual para me salvaguardar destas situações no próximo ano, em todo o caso como o prazo de pagamento termina em agosto, até lá tenho forma de separar esse dinheiro.
- Relativamente ao carro!! é neste momentos que tenho plena consciência do custo de ter um carro (ao contrário das outras pessoas que por norma tem distribuido estas depesas ao longo do ano, no nosso caso estão todas concentradas nestes meses). Já tinhamos feito o ajuste ao envelope, falei disso aqui: mas pelas contas que fiz agora, talvez não tenha feito os ajustes necessários. Ou estarei a ser demasiado pessimista nas faturas da oficina? Logo veremos!

terça-feira, 14 de abril de 2020

Validação de faturas

IRS: saiba como validar as suas faturas no E-Fatura

Se forem como eu, têm uma caixinha onde vão colocando as faturas com NIF para depois validar. Agora com mais tempo por casa, bora validar as faturas dos primeiros meses e livrarmo-nos já dessa papelada?

terça-feira, 31 de março de 2020

Reavaliar as taxas do crédito Habitação

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Depois de termos efetuado o nosso crédito habitação em 2016 e termos nessa altura conseguido um bom negócio, e apesar de ter verificado que em 2017, 2018 e 2019 ainda tínhamos um bom negócio não sei se em 2020 isso se aplica. Por isso, e sem grande tempo para andar a pedir propostas a vários bancos decidi recorrer à ajuda do Doutor Finanças para fazer esse trabalho por mim. 

Logo vos digo como correu e se consegui melhorar a minha taxa.

Este post já tinha sido escrito há algum tempo, e até tinha iniciado contactos, mas depois estava desencontrada (em telefonemas e horários) com o meu consultor o que fez com que estivesse a protelar na entrega dos documentos solicitados. Com a quarentena esse problema foi resolvido, já consigo falar mais facilmente com eles e já entreguei os documentos solicitados. Vamos lá a ver o que consigo.. e depois claro partilho :)

Numa altura em que se fala em moratórias dos créditos habitação e até do crédito automóvel, revejam se essa é mesmo a vossa única solução. Nada é gratuito e devem efetivamente perceber se tem ou não os recursos à vossa disposição para fazer face a estas despesas, ao invés das contas "fáceis" do "é melhor estar no meu bolso".

segunda-feira, 30 de março de 2020

Quarentena parte V



Creio que este é um ótimo momento para começar a olhar para as nossas finanças. Quem nunca o fez, que ótimo momento para começar, quem já o faz, um ótimo momento para rever tudo. Coisas a que deverá prestar atenção:

 - Orçamento familiar ajustado à nova realidade da quarentena
 - Compras de supermercado no mínimo aproveitamos ao máximo
 - Avaliação de preçário de serviços de luz
 - Comparação de preço de seguros
 - Comparação do Crédito Habitação 
 - Comparação de outros créditos

Os tempos que se seguirão à quarentena serão difíceis, muita gente poderá ter de se reinventar para encontrar trabalho, muitas famílias irão ter novos desafios, irão ver os seus rendimentos habituais serem alterados. Por isso, quanto mais cedo nos começarmos a adaptar e a procurar soluções, mais tempo teremos para melhorar as soluções que encontrarmos.

Vou fazer isso e partilhando convosco :)


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Plano de Contingência

Com todo o alarmismo do corona vírus começo a pensar que devemos ter um plano de contingência. Nomeadamente vou ver se este fim-de-semana:

- Confirmar que tenho os medicamentos básicos para curar uma gripe e que alivem nos sintomas
- Aproveitar e verificar as datas de validade dos medicamentes guardados
- Verficar que tenho canjas de pacote (desculpem mas doente sabem tão bem!)
- Verificar que tenho ingredientes para comida fácil
- Verificar que tenho snacks, bolachinhas, pastilhas, pão, leite e iogurtes
- Comprar desinfentante
- Comprar máscaras (Será de mais? acho que não)



Por fim o corona vírus é como um vírus da gripe não entendo o alarmismo, principalmente se não formos do público de risco. Em todo o caso deve quero estar prevenida e sem ter stress extra.



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Para quem quer vender casa

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Uma ferramenta muito útil para quem quer comprar ou vender casa:

https://www.urbiwise.com/ 

Basicamente é um site onde colocamos o código postal e ele agrega informação de imensos sites e diz-nos o preço médio por m2, quantas casas estão em venda, como tem sido a volatilidade, etc  (utilizei apenas a parte gratuita) e obviamente não me deu algo rigoroso (nomeadamente por tipologias, anos do imóvel etc, mas é uma boa ferramenta), principalmente porque não obriga a venderem-se os dados para obter informação. 

Recordo-me que houve uma imobiliária que lançou uma campanha para as pessoas avaliarem os seus imóveis, e depois de introduzirem todos os dados, se quisessem o resultado teriam de deixar os seus dados (para receber no e-mail), o que na altura não me pareceu nada transparente.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

O que tive em consideração quando escolhi a entidade do meu PPR

Acho que há várias coisas a ter em consideração na escolha da entidade onde vamos subscrever um PPR.

Verificar todas as comissões associadas:
 - Comissão de gestão
 - Comissão de resgate, reforço ou subscrição
 - Comissão de banco depositário (principalmente quando o banco depositário é o mesmo que o banco gestor do fundo PPR)

 No final em relação às rentabilidades se as mesmas são apresentadas líquidas de comissões.

Verificar possíveis conflitos de interesses e se existem mecanismos para os minorar:

Ex. Imaginando que um fundo é gerido pelo Banco BES e que os gestores do fundo decidem comprar grandes quantidades de ações e obrigações do próprio banco (gera um conflito de interesse certo??), imaginem agora que é também o banco depositário e que apesar de cobrar uma comissão de gestão baixíssima imaginemos 0,5%, o banco depositário cobra 3%.

Estão a acompanhar? Nada transparente.

As rentabilidades são muito importantes de avaliar, mas não são tudo.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

APP para comprar preços de eletricidade.



No seguimento desta publicação do Contas Poupança, utilizei a Payper para tentar perceber se a minha percepção de que estava bem servida de companhia de elétricidade se confirmava ou não. O resultado:


Uma diferença de 2,53€ anual do tarifário recomendado (0,21€ por mês) e 14,51€ para o mais económico (1,21€ por mês). Não percebi muito bem se o recomendado se relaciona com a confiança nas empresas e que o facto do "Mais Económico" não ser o "Recomendado" pode ser porque tem algumas queixas (não faço ideia se é assim, estou só a especular!).

Em todo o caso por 0,21€ mensalmente prefiro manter-me numa companhia que conheço e que estou satisfeita. Mas vou manter esta APP debaixo de olho, até porque reparei que em breve vão adicionar a parte dos serviços de telecomunicações. Devo dizer-vos que estava um pouco céptica porque tinha de carregar as faturas e parecia-me daquelas coisas que prometem muito mas que no final te impedem de todas as formas e feitios de ver o resultado final. Não foi o caso e fiquei surpreendida positivamente.. 


sábado, 11 de janeiro de 2020

Validação das despesas no e-fatura



Ao longo do ano procuro ir limpando as faturas que estão cá por casa e que se acumulam numa caixinha para verificarmos. Volta e meia sento-me ao pc e confirmo que já estão introduzidas e vai logo para o lixo. Mas iniciei o ano com cerca de 2 meses em faturas em papel. Parece pouco? Mas não é. Era mesmo muito papel, mas pronto lá teve de ser, arregaçar as mangas e enfrentar o problema. A maioria das faturas foi só mesmo verificar porque já estavam no e-fatura mas os passes sociais como já vem sendo hábito não estavam introduzidos. 

Tinha apenas contabilizado 2 meses ao invés de 10 (este ano só comprei 10 meses) e tirei uma foto do antes e depois de introduzir manualmente as faturas.

Diferença de valor? cerca de 12,60€ ficam as fotos para verificarem


 


E vocês? Já validaram as vossas???

sábado, 7 de dezembro de 2019

PPR Moderaado Outubro e Novembro


Reparei agora que não tinha feito a partilha da evolução do PPR de Outubro, por isso junto aqui e vão os dois meses juntos.

Outubro esteve o mês quase todo em queda, depois lá recuperou para uma desvalorização de 0,4%. Novembro ia pelo mesmo caminho, mas depois não sei o que aconteceu (distraí-me nos últimos dias) e lá teve uma valorização de 0,6%.

Em acumulado vai em 8,35% desde o início do ano. Quando disse isto ao meu pai, ele disse-me "Tu queres dizer 0,80%!" Não pai, eu quero mesmo dizer 8,35%! 


Este ano já fiz dois reforços mas ainda me falta 50% para obter o beneficio fiscal máximo que é o objetivo (mas ainda vou a tempo!!)

Tenho a dizer-vos que ainda por cima os reforços que fiz aproveitei campanhas com bónus (davam mais uns pozinhos). Estou cada vez mais contente com esta opção.


terça-feira, 5 de novembro de 2019

Método Marie Kondo II

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Ainda sobre o livro "Alegria" de Marie Kondo, lembrei-me de uma situação muito engraçada, quer dizer sem graça. Sobre as coisas que despertam alegria, cá em casa é o marido que cozinha e ele volta e meia anda a namorar tábuas, facas e tachos. É incrível, parece que anda sempre à procura de algo, até comprar efetivamente algo bom. Eu não conseguia compreender isto. Via sempre pelo lado utilitarista e diminuia a importância. A sério que precisas de uma tábua que custa 30€??? E não conseguia compreender que ele precisa de estar rodeado de coisas que efetivamente lhe transmitam felicidade, para estar mais relaxado e feliz enquanto cozinha. Ele dizia-me "com estes tachos, nem tenho gosto em cozinhar" e eu não compreendia. Só agora fez o click. Fiquei feliz e triste ao mesmo tempo. Triste por ter demorado tanto tempo a aperceber-me e feliz por pelo menos ter chegado a perceber.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

A Visão do Dinheiro como forma de estatuto

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Ouvi um colega dizer "Tens de o fazer sentir um pelintra, ninguém gosta de ser um pelintra, é humano". E eu achei aquilo totalmente disparatado. Ia até entrar em debate dizendo que não achava nada disso, no entanto coloquei-me a pensar e talvez seja apenas a minha perspetiva. Eu não me sinto nada assim. Às vezes agrada-me que as pessoas pensem que tenho menos do que o que realmente tenho. A minha relação com o dinheiro é muito mais autocentrada, tenho o que necessito? é-me suficiente? Estou confortavel? Qual o meu propósito? Estou a dirigir-me para lá? Não estabeleço comparações em relação aos outros. Talvez por isso a questão do pelintra não me toque, mas fez-me pensar na forma como as outras pessoas se relacionam com o dinheiro. Como se vêem socialmente. Fiquei a pensar sobre isso.