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terça-feira, 31 de março de 2020

Reavaliar as taxas do crédito Habitação

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Depois de termos efetuado o nosso crédito habitação em 2016 e termos nessa altura conseguido um bom negócio, e apesar de ter verificado que em 2017, 2018 e 2019 ainda tínhamos um bom negócio não sei se em 2020 isso se aplica. Por isso, e sem grande tempo para andar a pedir propostas a vários bancos decidi recorrer à ajuda do Doutor Finanças para fazer esse trabalho por mim. 

Logo vos digo como correu e se consegui melhorar a minha taxa.

Este post já tinha sido escrito há algum tempo, e até tinha iniciado contactos, mas depois estava desencontrada (em telefonemas e horários) com o meu consultor o que fez com que estivesse a protelar na entrega dos documentos solicitados. Com a quarentena esse problema foi resolvido, já consigo falar mais facilmente com eles e já entreguei os documentos solicitados. Vamos lá a ver o que consigo.. e depois claro partilho :)

Numa altura em que se fala em moratórias dos créditos habitação e até do crédito automóvel, revejam se essa é mesmo a vossa única solução. Nada é gratuito e devem efetivamente perceber se tem ou não os recursos à vossa disposição para fazer face a estas despesas, ao invés das contas "fáceis" do "é melhor estar no meu bolso".

segunda-feira, 16 de março de 2020

Compras a Crédito sem juros

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Sabem aquelas lojas de tudo (mobília, decoração, bem tudo e mais um par de botas) que vos dizem "ahh e pode pagar em 6, 12 ou 24 meses SEM JUROS" eu começo logo a rir por dentro "sim claro, sem juros"!

Primeiro a minha avó sempre disse "quem não tem dinheiro, não tem vícios", se não tenho dinheiro para comprar um sofá XPTO, compro mais barato, o preço do sofá é que deve caber no meu orçamento, não é o meu orçamento ser feito à medida do sofá. Se não tenho dinheiro para comprar um mais barato, tenho de esperar ou comprar em segunda mão.

Segundo sem juros? deixe-me rir! As financeiras vivem de vender dinheiro, porque o dariam de borla?? Sabem onde podem ver esses juros?? na TAEG. Tem tanta graça ver a taxa de juro a 0% e depois ver TAEG de 11,2% (tudo cobrado á cabeça!), na abertura do processo e no processamento do crédito. 

Não se deixem enganar.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Investimento Imobiliário II


Tive a oportunidade de em plena crise de 2013 ter dinheiro para comprar uma casa a pronto, com o meu marido, isto significou uma margem negocial imensa, conseguindo comprar uma casa por uma pechincha. Não estou certa que não tenha sido a melhor compra que fizemos em toda a nossa vida, se bem que acho que nos podemos orgulhar de felizmente termos já tido a oportunidade de fazer óptimos negócios.

Nesta altura a crise dos bancos que não davam crédito fez as casas irem descendo o seu preço e depois quando aparecia alguém com dinheiro à vista tinha ainda um poder negocial maior, claro que depois há sempre detalhes que vão dependendo de cada situação. No nosso caso quem estava a vender a casa era a filha que tinha a mãe num lar (a casa era da mãe), ou seja não tinha uma ligação emocional à mesma e não precisava do dinheiro para a compra de uma outra casa (podem pensar que isto é secundário, mas na realidade acho que são estes pequenos promenores que definem os negócios). 
Toda a casa estava habitável e seria a nossa primeira casa (até lá tinhamos apenas vivido em casas alugadas) e foi na realidade o facto do senhorio não nos quer descer a renda que nos fez pensar em comprar.
Depois de a comprarmos decidimos que teriamos de fazer obras na cozinha antes de nos mudarmos para que se tornasse mais moderna e com outras condições. E assim foi.
Ficamos naquela casa cerca de 3 anos e fizemos também obras no WC, ou seja a casa ficou moderna e prática (ao nível das necessidades de um jovem casal).
Passados esses 3 anos, ainda estavamos em crise, mas eu estava farta de demorar muitooo tempo em transportes para chegar ao trabalho, cerca de 90m de manha e na melhor das hipoteses 90m a tarde. Por isso fiz finca pé de que queria ir morar para outro lugar mais perto do trabalho (nós adoravamos viver naquela cidade e custou muito esta decisão, mas foi necessária).
Começamos a procura de casas com um orçamento baixo, não queriamos vender a nossa casa e por isso iriamos coloca-la no mercado de arrendamento e recorrer ao crédito habitação, depois de meses a ver todo o tipo de casas estavamos prestes a desistir quando vi uma casa acima do nosso orçamento e disse que seria a última que veríamos, pelo menos durante uns tempos.
Assim que entramos, apaixonamo-nos completamente pela casa e sabíamos que seria nossa. Era fora do orçamento que tinhamos espitulado? Sim. Poderíamos paga-la? sim. Queríamos pagar o que pediam? Não.
Logo o resultado só poderia ser negociar! (Desculpem vou deixar este tema para outro post porque acho que vale a pena).
Conclusão a nossa primeira casa entrou no mercado de arrendamento inicialmente a uma rentabilidade líquida de cerca de 10% ao ano e atualmente está em 13,3% ao ano. Nesta altura, sei que poderiamos aumentar a rentabilidade subindo o valor da renda, mas gostamos da nossa inquilina, pretendemos estabilidade, por isso temos a política de apenas subir os preços quando os inquilinos saem e entram novos.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Destinos do Subsídios de Férias


Este ano vamos fazer uma viagem grande e vamos gastar um bom dinheiro, mas como o retiramos de outro lado, pegamos nos subsídios de férias, pagamos o IRS e o resto abatemos no Crédito Habitação (e que choque olhar para a % do que mensalmente pagamos de juros vs abate da divida). Com este abate iremos pagar menos de juros e mais de capital mensalmente e no final da vida do crédito iremos ter uma mensalidade menor. 


Sou muito sincera, assim que tiver disponível uns 1000€, vou abater novamente (talvez subsídio de natal), parece pouco num Crédito Habitação, mas a realidade é que de Grão a Grão...